Analisando-se os elementos necessários no Coaching, observa-se que o Coach deve personalizar cada processo, escolhendo e desenvolvendo ferramentas e tarefas conforme a demanda, as necessidades e o funcionamento interno de cada coachee. Além disso, cabe a ele assumir uma postura de suporte e apoio para seu coachee, oferecendo-lhe informação, explorando suas crenças, desafiando-o a superar seus limites e promovendo o reforço sempre que o mesmo conseguir realizar alguma atitude positiva, que represente progressos no cumprimento das tarefas acordadas.

 

A relação entre coach e coachee ocorre a partir da criação de um ambiente seguro, e para tanto é indispensável a confidencialidade, a partir da qual desenvolve-se a confiança necessária que possibilita ao coachee vencer a resistência, se expor e encarar suas fraquezas (sombra) para conseguir superá-las. Dessa forma, estabelece-se uma relação de transferência e aprendizado.

 

No início do processo é indispensável que ocorra a definição precisa das Metas de maneira bastante objetiva e mensurável, permitindo-se assim a avaliação da efetividade do processo ao seu término. Na condução do processo faz-se necessário traçar um Plano de Ação possibilitando a visualização do caminho e os passos a serem percorridos até a obtenção dos resultados almejados.

 

Durante o processo de Coaching são construídas possibilidades transformacionais, através da ressignificação, da resolução de problemas, das mudanças de comportamentos e da análise de valores, gerando-se assim, crescimento pessoal.

No final desse processo, espera-se que o coachee tenha desenvolvido mais recursos para lidar com as dificuldades e maior resiliência, uma vez que ao aprender a superar os obstáculos encontrados de maneira mais saudável, pode aplicar esse aprendizado na transposição dos futuros empecilhos que encontrar.