Olá queridos(as), tudo bem? Hoje estamos em clima de fechamento, e não somente porque está chegando o final do ano, mas principalmente porque chegamos ao final da nossa coluna! Como em todo encerramento de ciclo, é super proveitoso fazermos uma retrospectiva das vivências, olhando para as experiências a partir da perspectiva dos desafios e aprendizados. Afinal, assim como na vida, o crescimento ocorre como resultado dos acertos e erros que vamos realizando. Vocês vêm comigo?

É sempre difícil para mim escolher um tema para escrever, pois tem tanta coisa a ser dita, temas importantes que nos afetam e tanta coisa complexa, que é um desafio simplificar sem perder a profundidade e sem limitar uma questão desconsiderando a relação que estabelece com vários outros fatores. Sendo assim, espero ter conseguido levar a vocês informações e reflexões importantes, que possam tê-los (las) despertado para mudanças. Outro objetivo que tinha no início desse projeto e que espero ter alcançado é levar mais pessoas a conhecerem e se aproximarem da Psicoterapia, do Coaching e da Constelação Familiar Sistêmica, tendo uma noção da importância desses processos, da diferença entre eles e como eles podem nos ajudar. Para mim, ter podido compartilhar com vocês um pouco do que sei e faço foi muito gratificante!

Ao longo dessa jornada, trouxe alguns temas mais técnicos, e talvez, por isso, um pouco mais trabalhosos para assimilar, como o Sagrado Feminino, que diz de arquétipos, inconsciente coletivo e nosso lado feminino. Entendo que é importante sabermos mais a fundo sobre temas e termos populares, que mesmo sendo muito utilizados são pouco compreendidos em essência. Logo, perceber a amplitude desse conceito, do que de fato é o feminino, de características referentes à natureza feminina, possibilita ter mais clareza dos referenciais que construímos e projetamos nas mulheres e da importância dessa conexão com o feminino tanto para os homens quanto para as mulheres.

Em contrapartida, me apropriei de dois filmes, “A Mulher Maravilha” e “O Rei Leão”, trazendo análises de trechos para tratar de uma forma mais lúdica alguns aprendizados úteis para a vida e de que forma as práticas terapêuticas podem facilitá-los. Observamos as posturas que assumimos diante das dificuldades; a importância do autoconhecimento, da clareza de valores e propósito; a necessidade do desenvolvimento de competências e habilidades para a superação de limitações; a autorresponsabilização e a consciência do impacto das nossas ações no todo; a forma como significamos os acontecimentos e o que fazemos com isso, entre outros.

Dentro da perspectiva de relacionamento interpessoal, em comemoração ao Dia dos Namorados, falei um pouco sobre as dinâmicas adultas e infantis que podemos adotar nos relacionamentos amorosos e como elas interferem na saúde e qualidade dessa relação. Também, em outra oportunidade, apontei a importância da inteligência emocional com alguns tópicos e dicas para desenvolvê-la.

Dois artigos foram dedicados a uma ferramenta de Coaching que não deixo de aplicar nos meus processos, a “Roda da Vida”, pois permite termos uma visão panorâmica de áreas importantes da vida e da nossa dedicação e desempenho em cada uma delas. Podemos, a partir dela, tomar consciência de mudanças importantes que precisamos fazer para termos uma vida mais equilibrada e plena. É uma ótima dica para levantamento de metas e objetivos para o próximo ano!

Falando um pouco sobre conceitos de neurociência e funcionamento do cérebro, abordei a construção das nossas crenças e como elas interferem nas nossas escolhas e na construção dos nossos valores e significados que damos para a vida e situações que vivenciamos. Além disso, dediquei um artigo a comportamentos que temos durante a correria do dia-a-dia que nos desvitalizam e sugam nossa energia.

Quanto a Constelação Sistêmica, conversamos sobre seus fundamentos, origem e aplicação em questões individuais, familiares, profissionais e em empresas, procurando esclarecer de que forma é executada, como ela atua e os benefícios que pode trazer. Essa técnica nos permite tomar consciência e olhar para soluções de questões sistêmicas, padrões familiares e repetitivos que carregamos.

No âmbito da saúde mental, aproveitando a campanha do Setembro Amarelo, o enfoque foi dado ao sofrimento que envolve as pessoas que tentam o suicídio e seus familiares, trazendo alguns mitos, formas de identificar e ajudar. Além desse texto especificamente, assim como em todos os outros, está presente a ênfase na saúde mental, no bem-estar e no autodesenvolvimento, pois para mim são pilares indispensáveis para a qualidade de vida. Sempre correlaciono os conhecimentos dos três campos de trabalho: Psicoterapia, Coaching e Constelação Familiar Sistêmica para uma compreensão e suporte mais abrangentes que respeitem a individualidade, o momento de vida e os valores das pessoas.
Despeço-me de vocês, temporariamente, com um sentimento de missão cumprida, muita gratidão, e claro que com um pouco de saudades (típica dos fechamentos). Para mim valeu a pena, e para vocês?

“Na medida em que me conheço e tomo consciência de mim, me liberto do destino e me transformo. Assim, me potencializo para ser quem eu sempre quis e para ter a vida que sonhei”. Até breve!!!